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Escleroterapia versus somatostatina na hemorragia digestiva alta por ruptura de varizes esofágicas
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Escleroterapia versus somatostatina na hemorragia digestiva alta por ruptura de varizes esofágicas

Auteur : RAMIRES, Renata Pereira; ZILS, Cristiane Kopacek; MATTOS, Angelo Alves
Édition/format :   Article téléchargeable : Portugais
Publication :Arquivos de Gastroenterologia, 2000
Résumé :
Comparação da eficácia da somatostatina e da escleroterapia no sangramento digestivo proveniente da ruptura de varizes do esôfago. Foram avaliados prospectivamente 40 pacientes com hemorragia digestiva. Vinte e um pacientes foram randomizados a receber somatostatina (dose inicial de 250 mig seguida de infusão contínua de 250 [micro]g/h por 48 h com reforços de 250 [micro]g de 6/6 h nas primeiras 24 h) e 19  Lire la suite...
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Détails

Genre/forme : Journal article
Type d’ouvrage : Ressource Internet
Format : Ressource Internet, Article
Tous les auteurs / collaborateurs : RAMIRES, Renata Pereira; ZILS, Cristiane Kopacek; MATTOS, Angelo Alves
ISSN :0004-2803
Numéro OCLC : 57089339

Résumé :

Comparação da eficácia da somatostatina e da escleroterapia no sangramento digestivo proveniente da ruptura de varizes do esôfago. Foram avaliados prospectivamente 40 pacientes com hemorragia digestiva. Vinte e um pacientes foram randomizados a receber somatostatina (dose inicial de 250 mig seguida de infusão contínua de 250 [micro]g/h por 48 h com reforços de 250 [micro]g de 6/6 h nas primeiras 24 h) e 19 realizaram escleroterapia com oleato de etanolamina a 5%, sendo avaliados em 48 horas e no sétimo dia após o tratamento. Os grupos eram semelhantes quanto a sexo, idade, gravidade do sangramento e grau de falência hepatocelular. Falha terapêutica ocorreu em 48 h e 7 dias, respectivamente, em 26,3% e 35,7% no grupo da escleroterapia e em 23,8% e 21,4% no da somatostatina. A necessidade de transfusão (3,38 U no grupo da escleroterapia e 2,42 U no da somatostatina) e a mortalidade (31,6% no grupo da escleroterapia e 28,6% no grupo da somatostatina) também foram semelhantes (P>0,05). Conclui-se que a somatostatina é tão efetiva quanto a escleroterapia, devendo ser considerada no tratamento do sangramento agudo decorrente de ruptura de varizes do esôfago.

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