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Nao existe diferenca entre o tenoxicam e o meloxicam na consolidacao e remodelacao de fraturas.
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Nao existe diferenca entre o tenoxicam e o meloxicam na consolidacao e remodelacao de fraturas.

Author: Vicenzo GiordanoJuliano FidelisMarcos GiordanoNey Pecegueiro do AmaralAlexandre SayaoAll authors
Edition/Format:   Article : Portuguese
Publication:Revista brasileira de ortopedia, Vol.38, no.4 (abr. 2003) p.201-212
Database:WorldCat
Summary:
Diversos estudos tem demonstrado que as drogas antiinflamatorias nao-esteroides (AINEs) tradicionais retardam o processo de consolidacao ossea. No entanto, nada parece Ter sido descrito ate o momento com o uso das novas drogas AINEs inibidoras seletivas da COx-2. O objetivo dos autores com o presente estudo foi analisar o efeito do tenoxicam e do meloxicam no processo de consolidacao de fraturas em tibia de ratos.  Read more...
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Document Type: Article
All Authors / Contributors: Vicenzo Giordano; Juliano Fidelis; Marcos Giordano; Ney Pecegueiro do Amaral; Alexandre Sayao; Rodrigo Frediani; Carlos Eduardo Franlin; Mara Ibis Apfel; Jurema Silva A Bastos; Rafael G Mendonca
ISSN:0102-3616
OCLC Number: 70032297

Abstract:

Diversos estudos tem demonstrado que as drogas antiinflamatorias nao-esteroides (AINEs) tradicionais retardam o processo de consolidacao ossea. No entanto, nada parece Ter sido descrito ate o momento com o uso das novas drogas AINEs inibidoras seletivas da COx-2. O objetivo dos autores com o presente estudo foi analisar o efeito do tenoxicam e do meloxicam no processo de consolidacao de fraturas em tibia de ratos. Os animais foram divididos aleatoriamente em tres grupos. No grupo 1 (tenoxicam, N = 13 animais) administraram-se 10mg/kg/dia de tenoxicam 20mg por via intramuscular (0,2ml/dia). O grupo 2 (meloxicam, n = 13 animais) recebeu 0,12mg/kg/dia de meloxicam 15mg por via intramuscular (0,25ml/dia). No grupo 3 (controle, n = 10 animais) foi administrado soro fisiologico a 0,9 por cento por via intramuscular (0,2ml/dia). As substancias foram injetadas imediatamente apos a producao da fratura, sendo continuadas durante todo o experimento. Os animais foram sacrificados com quatro e seis semanas de pesquisa nas fases osteogenica e de remodelacao, respectivamente. O calo foi analisado histologicamente por microscopia otica, corando-se as pecas com hematoxilina-eosina e picromallory, e estudadas histomorfologicamente ao termino desses periodos. Comparacoes pareadas entre o grupo controle e os grupos que usaram as drogas AINEs foram realizadas atraves do teste de Mann-Whitney, com nivel de significancia a = 5 por cento. Observou-se que tanto o tenoxicam quanto o meloxicam, em relacao ao grupo controle, retardam o processo de consolidacao de fratura em cerca de duas semanas (p = 0,01). Nao foi notada diferenca histologica entre os grupos de animais que utilizaram as drogas AINEs. Ao termino de seis semanas de pesquisa, os animais dos grupos tenoxicam e meloxicam apresentaram ponte ossea completa entre as extremidades osseas fraturadas. Nesse periodo os animais do grupo controle ja se encontravam na fase de remodelacao do calo osseo. Os autores concluem que as drogas AINEs utilizadas no presente experimento retardam, mas nao impedem a consolidacao ossea das fraturas ao termino de seis semanas.(AU).

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